sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Em lume brando

A retórica provocativa e até belicista de Putin está a ter correspondência noutros lugares. O ambiente vai aquecendo sem se falar muito nisso. Atente-se no discurso do Chefe de Estado-Maior do Exército americano num almoço recente, que se pode ver neste link https://www.ausa.org/news/army-chief-future-war-%E2%80%98almost-guaranteed%E2%80%99.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

HFAR


Após 4 meses de tratamento na Oncologia do Hospital das Forças Armadas (HFAR) verifiquei que, na especialidade de Oncologia a situação é próxima duma possível ruptura:
Médicos efectivos                                        - 1
Médicos pró-bono com horário residual - 1
Enfermeiros                                                  - sempre com destacamentos e sem reposições
Auxiliares                                                      - com visível redução em número sessão após sessão

Não sei o que a tutela pensa sobre o futuro do HFAR. Sei o que pensou quanto à existência simultânea do Hospital da Marinha, do Hospital da Estrela e de Belém e Hospital da Força Aérea.
Esse pensamento deu como consequência o HFAR!

Supor-se-ia que seria uma melhoria qualitativa, já que quantitativa era impossível.

Os tratamentos oncológicos são críticos, altamente especializados, e muito caros.

Tem o HFAR capacidades materiais próprias e protocolos de cooperação com instituições muito avançadas em conhecimento e tecnologia (Fundação Champalimaud, IPATIMUP -Instituto de Patologia e Imunologia Molecular da Universidade do Porto) com benefício direto e importante para os doentes, coisa que muitos hospitais civis não têm.

Mas com a situação actual a ideia com que se fica é que a especialidade de oncologia está a caminho da extinção em ritmo acelerado por carência de meios humanos.

Verdade seja dita que os acordos na área da saúde entre as Instituições militares e as Seguradoras minimizam o problema.
Mas há que ter em conta que, quando o teto financeiro do seguro é atingido, o doente é “descartado” sendo deixado à sua sorte.

É de lamentar que existindo os meios materiais técnicos (equipamentos e acordos com entidades de excelência) a oncologia do HFAR esteja com tal carência de meios humanos!

OCEANOS


A 20 de Outubro de 1944 nascia aquele que viria a ser o OCeano Carlos Rodolfo.
Talvez o único cadete que conseguiu vencer o famoso Zé Não, fazendo com que este adiasse uma "repetição " para a data pretendida por nós, quando outros não tiveram êxito.
Também mais uma curiosidade, para a nossa viagem na Sagres estudou o dicionário Português -Inglês, o problema era a pronúncia e o significado da gíria americana.
Um grande Abraço de parabéns ao Camarada e Amigo e que repitas esta efeméride por muitos anos com saúde e junto dos teus.