sábado, 23 de abril de 2016

ESCOLA NAVAL

A 23 de Abril de 1845, é publicada a carta de lei criando a Escola Naval em substituição da Academia de Guardas-Marinhas.


sexta-feira, 22 de abril de 2016

PROPULSÃO MECÂNICA

(O vapor Sirius)

A 22 de Abril de 1838 chega a Nova Iorque o navio inglês Siriús de propulsão com máquina a vapor, realizando a primeira travessia atlântica sem recurso à propulsão eólica.

DIVISÃO DO PACÍFICO


A 22 de Abril de 1529, Portugal e Espanha assinam o Tratado de Saragoça dividindo o Oceano Pacifico e seus territórios entre estas duas potências.

TERRAS DE VERA CRUZ

(Ao fundo, o Monte Pascoal visto do mar)

A 22 de Abril de 1500 Álvares Cabral fundeia a sua armada frente a uma terra desconhecida a que lhe deu o nome de Terras de Vera Cruz. No local existe um monte a que chamou Monte Pascoal. Estava assim oficialmente concretizada a descoberta do Brasil.
De salientar que este dia 22 de Abril é, no Brasil, o Dia da Comunidade Luso-Brasileira.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

ORDEM DOS ENGENHEIROS



Realizam-se hoje as eleições dos órgãos dirigentes da Ordem dos Engenheiros para o triénio 2016-2019. Numa das listas que se apresenta ao escrutínio, encontram-se quatro camaradas de Marinha. Um deles é o Oceano Jorge Beirão Reis que, entre 1968 e 1971, frequentou o Massachusetts Institute of Technology (MIT), onde obteve os graus académicos de Naval Engineer e Master of Science in Mechanical Engineering.
Naturalmente, todos desejamos que este nosso amigo, camarada e companheiro de (per)curso seja eleito e que tenha um mandato feliz.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

AEROSTATO


A 20 de Abril de 1709, o padre Bartolomeu de Gusmão experimenta o seu aerostato perante o Rei D. João V no Terreiro do Paço.

terça-feira, 19 de abril de 2016

VÔO AÉREO LISBOA - RIO DE JANEIRO


A 19 de Abril de 1922, Gago Coutinho e Sacadura Cabral amararam junto aos penedos de S. Pedro e S. Paulo em pleno Atlântico Sul. Provada a certeza da Navegação Astronômica com o sextante idealizado  por Gago Coutinho, com um dispositivo aplicado no sextante que criava um horizonte artificial  para observação astronômica em pleno vôo. A firma Plath passou a fabricar o sextante "system Admiral Gago Coutinho".

COMANDANTE CYRNE DE CASTRO


Todos nós recordamos aqueles momentos passados no tombadilho da Sagres, após o jantar, em que o então Instrutor de Cálculos Náuticos nos "obrigava" a olhar para o céu estrelado e a identificar as estrelas, com ele aprendemosa localizar e identificar estrelas sem o Star Finder, e a localizar a Sagres em pleno Atlântico.
Hoje ao comemorar os seus 86 anos desejamos as maiores felicidades e que continue rijo como sempre o conhecemos.
Parabéns e um Grande Obrigado por tudo o que nos proporcionou.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

Língua Portuguesa

Como o nosso blogue anda um tanto sem ondas, calmo e quase estanhado não fosse (principalmente) a louvável colaboração do nosso novel historiador, contador de histórias a assinalador de aniversários Speedy, aqui vão umas reflexões pós almoço tipo pedrada no charco.

Nós, portugueses, já não somos, nem pouco mais ou menos, donos disto tudo (do que existe no país).

Somos donos de muito pouco disto tudo.

Tenho vindo a ver vender ao desbarato muito disto tudo, desde indústrias consideradas estratégicas para a nossa economia, que é como quem diz para nós todos, até ao mundo financeiro, que com a sua reconhecida força comanda isto quase tudo – pessoas e bens.

Não sou filólogo, mas gosto da língua portuguesa, porque é a minha, porque é a dos meus antepassados, porque foi o grande veículo de contacto, de cultura, para os quatro cantos do mundo na primeira grande globalização em que fomos actores de primeiro plano.

Procuro, com as minhas limitadas (íssimas) capacidades neste campo, defendê-la, cultivá-la. Outros com maiores responsabilidades e saberes o deveriam fazer. Uns fazem-no, outros nem tanto.

Não, não vou entrar pelo Novo (?) Acordo (?) Ortográfico, estejam descansados os dele simpatizantes.

Vejo diariamente alguns dos nossos locutores e apresentadores, quer da rádio quer da TV, atropelarem miseravelmente aquela a que Fernando Pessoa chamava a sua pátria.

Uma forma desses atropelos é a de substituírem sem qualquer benefício ou utilidade termos portugueses por estrangeiros, principalmente anglo-saxónicos. Será manifestação (saloia, claro está, no meu entender) de cultura? De falar línguas estrangeiras? Será ignorância? Será inconsciência? Será desprezo por um dos valores culturais que nos deveria ser muito caro?

Tenho consciência do que seja uma língua viva, mas pretensamente vivaça é que não!

Vem este arrazoado a propósito dos relatos nos nossos noticiaristas do que se está a passar neste momento no Brasil.

Que os brasileiros, não serão todos justiça lhes seja feita, desconheçam o termo “impedimento” e tenham necessidade de importar o “impeachment”, já não acho muito bem, porque afinal a língua portuguesa também é deles, porque para lá a levámos, e por tal a deveriam também cultivar, defender e até impôr dada a sua dimensão, agora nós, os nossos locutores, brada aos céus que embarquem nisso!

Começo a ver a nossa língua a engrossar o cabaz não de compras mas de vendas referido no início destas linhas. Mas agora nem sequer ao preço da chuva, mas de mão beijada.

É triste não é, ou andarei (já) de passo trocado?

domingo, 17 de abril de 2016

POLITICOS

(Nikita e o sapato; ONU, 1960)

Milita Krushchev afirmou,um dia numa entrevista a um jornal ocidental, o seguinte: "Os políticos são todos iguais; prometem construir uma ponte onde não há rio".