sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

PINGA AGUA ARDENTE CURIOSIDADES

(As cachaças de hoje)

História contada no "Museu do Homem do Nordeste", Recife.

Antigamente no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-do-açucar em um tacho e levavam ao fogo.
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
O que fazer agora?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
Resultado: o "azedo" do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome de "PINGA".
Quando a pinga batia nas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de "ÁGUA-ARDENTE".
Caíndo em seus rostos escorrendo até à boca, os escravos perceberam que, com tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo!

Nota: Escrito conforme o original brasileiro.

Nota do Curso OC: Sobre esta "estória", aqui trazida pelo OCeano Speedy, parece haver alguma controvérsia sendo considerada, por alguns, como um "mito urbano". Nada melhor do que dirigir os nossos leitores para este "sítio", onde o assunto é escalpelizado, para que possam formar a vossa opinião. 
Moral da "estória": é preciso ser cauteloso com o que se lê na Internet!

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

CONVITE


quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

EFEMÉRIDES NAVAIS

(Afonso de Albuquerque, o Leão dos Mares)

A 10 de Dezembro de 1510, Goa rende-se às forças portuguesas comandadas por Afonso de Albuquerque.

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

EFEMÉRIDES NAVAIS

(A nau S. Gabriel, nau-capitânia da 1ª viagem à Índia)

A 8 de Dezembro de 1497, Vasco da Gama larga da baía de S. Brás navegando ao longo da costa oriental da África na sua senda da descoberta do caminho marítimo para a Índia.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Manuel Pinto Machado – Missa do 7º dia


A missa do 7º dia do Manuel Pinto Machado será celebrada na próxima quarta-feira, dia 9, pelas 18:30 horas, na Igreja da Memória.

Old SS is back

O Dr. Santos Silva , que tivemos oportunidade de apreciar na qualidade de MDN*, foi chamado novamente a funções governativas, desta vez a MNE, função em que a sua diplomacia, simpatia, moderação e capacidade de diálogo se farão certamente notar.
*Sòmente ultrapassado em popularidade pelo Dr. (-).

domingo, 6 de dezembro de 2015

Manuel Maria


Com o título "Manuel Maria" foi publicado no blogue "Avenida da Liberdade", assinado pelo José Ribeiro e Castro, um texto em memória do nosso OCeano. Começa assim:

"Já não está connosco. 
O Comandante Manuel Pinto Machado era um homem raro. Basicamente era um militar: foi um dedicado marinheiro. Ontem à noite, na Basílica da Estrela, entre os primeiros que se foram juntando para o acompanhar na última despedida, lá estava uma vasta série de companheiros de Marinha da sua geração, colegas de Curso e camaradas de outras e variadas missões militares. Lá estava também o guião da Associação de Fuzileiros, sinal da especialidade a que também pertenceu. Como acontece entre os camaradas de armas, de forma bem marcada na Marinha, pareciam todos irmãos – e sempre jovens como há cinquenta anos. Para quem pudesse ter dúvidas sobre o seu carácter, via-se bem, pela saudade e presença massiva dos companheiros, que o Comandante Manuel Pinto Machado foi um bom camarada. E era. Mais do que isso: era um amigalhaço."

Para aceder ao "Avenida da Liberdade" e ler o texto completo podem seguir esta ligação.

EFEMÉRIDES NAVAIS

( A canhoneira Limpopo)

6 de Dezembro de 1904, a Rússia estava em guerra com o Japão. A canhoneira Limpopo, sob o comando do Ten. Silva Pereira, estava fundeada na Baía dos Tigres. Entretanto uma esquadra russa fundeia em plena baía, à vista do navio português. O Ten. Silva Pereira uniformiza-se de espada e vai apresentar cumprimentos ao almirante russo. Ao acabar a apresentação dos cumprimentos, o Ten. Silva Pereira informa o Alm. russo que estando a sua esquadra fundeada em águas territoriais portuguesas, teria que ao fim de 24 horas largar para alto mar saindo do território português. O Alm. russo não gostou da imposição do oficial português, tendo havido uma pequena discussão que terminou com a saída do Ten. Silva Pereira que deixou no ar a ameaça do uso da força.
Passado pouco tempo foi um oficial russo a bordo da Limpopo para retribuir cumprimentos e informar que o seu almirante iria cumprir o determinado pelo Comandante da Limpopo.
E assim aconteceu, cumprindo-se as normas do direito internacional.