sábado, 21 de novembro de 2015

José Alberto Nunes da Cruz

Apesar de nesta nossa latitude estarmos com dias pequenos, com menos de 10 horas de luz solar diária, hoje é um dia grande porque o nosso Número Um completa 72 anos de idade. É com muita satisfação que o felicito e lhe agradeço a forma inteligente, sábia e sensata como tem mantido a coesão deste nosso rebanho OCeânico, ultrapassando as politiquices, as clubites e as pequenas coisices de cada um. Espero que se mantenha ao leme por muitos e bons anos e, hoje, ofereço-lhe uma quadra do seu conterrâneo, o poeta António Aleixo:

Embora os meus olhos sejam
Os mais pequenos do mundo
O que importa é que eles vejam...
O que os homens são no fundo.

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

EFEMÉRIDES NAVAIS

(Réplica da "Flor de la Mar" existente em Malaca)

Em 20 de Novembro de 1511 a nau "Flor de la Mar" naufragou quando tinha largado de Malaca com destino a Goa. Levava o espólio da conquista de Malaca que se perdeu por completo. Afonso de Albuquerque ia embarcado na nau mas sobreviveu ao naufrágio.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Breves encontros OCeânicos


Foi há dois dias que o nosso camarada Braz Mimoso celebrou o seu aniversário, mas só hoje foi devidamente parabenizado por alguns amigos, com um singelo almoço na Adega do Monte, ali para os lados do Estoril.
É caso para dizer que isto é que são bons exemplos!

CURIOSIDADES HISTÓRICAS

"COMPANHIA BRAÇAL DO BACALHAU"

Nota prévia: esta informação foi obtida a partir do estudo "Bacalhau na sociedade portuguesa" elaborado pelos historiadores Marília Abel e Carlos Consiglieri.

A "Companhia Braçal do Bacalhau" foi fundada no século XV, não existindo no entanto um documento formal da sua constituição. Contudo há referências à sua existência nesse século.
Já no séc. XV iamos pescar bacalhau para o norte do Oceano Atlântico, pescando-se à linha directamente da borda do navio. À chegada a Lisboa era necessário estivadores para desembarcar o bacalhau dos navios para a respectiva seca de bacalhau. Era um trabalho penoso, sendo grande parte destes estivadores do norte do país (Trás os Montes). Estes estivadores organizaram-se numa "companhia" que estabelecia os métodos de trabalho e de organização e os soldos a pagar pelos patrões. Funcionava tão bem que mereceu o crédito dos patrões - os armazenistas do bacalhau.
Esta organização muito para além de sindicato e corporação, era uma sociedade com regras e códigos de conduta próprios, mantendo um secretismo na forma do seu funcionamento.
Os "Braçais" não contavam nada a estranhos, havendo uma hierarquia, a "roda" que era presidida pelo "Sota", o "Sota do Bacalhau". Este Sota fazia a escrita e negociava os contratos, portanto tinha que saber ler e escrever. Era eleito por todos os "braçais", só podendo ser demitido pelos mesmos. Este "sota" sendo chefe não tinha quaisquer mordomias em relação aos demais braçais.
O candidato à companhia, sempre por recomendação de um braçal, era sujeito a uma apreciação
pela "roda" (todo o colectivo). Quando aprovado passava a ser designado por "Picareto", tendo que pagar a "patente" uma espécie de propina. Quando não possuíam dinheiro para o pagamento da "patente", a companhia fazia-lhe um empréstimo que era amortizado trabalhando mais tempo destinando-se a remuneração respectiva a este trabalho extra para pagar a amortização. Assim o ordenado era sempre recebido por inteiro.
Tinham direito a uma licença remunerada, em caso de força maior, de um ano. Esta licença não podia ser interrompida, era sempre um ano; acabou por desaparecer em 1970. Durante esta licença recebia um sexto do ordenado normal. Era como que um regime privado de segurança social (único em Portugal) que terminou quando a "Comissão Reguladora do Comércio do Bacalhau" abrangeu os "braçais" no regime geral da Previdência. O braçal podia pedir a reforma à companhia a partir dos 50 anos e era sustentada pela própria companhia.
A companhia possuía lares para os braçais, mas a partir da década de 40 do séc. XX passou também a albergar as mulheres dos braçais. Estes lares acabaram em meados de 1974 e a seguir extinguiu-se a companhia. Esta organização perdurou cerca de 5 séculos, sempre dialogando com o patronato para definição salarial, sem problemas.
Resta informar que foram transmontanos quem criaram a "Companhia dos Braçais do Bacalhau".


"O País e a Defesa Nacional"


A conferência subordinada ao tema acima indicado realizou-se no passado dia 17 no Museu do Oriente em Lisboa. Nela participou o OCeano JPN com uma comunicação, "Missões de interesse público", que foi recentemente publicada no "Jornal de Defesa e Relações Internacionais".
A questão era:
"Faria algum sentido não utilizar as capacidades das FFAA em apoio a ações de proteção civil, no apoio ao combate ao narcotráfico, na segurança de grandes eventos, na proteção de determinados pontos vitais, no “policiamento” do espaço aéreo, do combate aos fogos florestais, no controlo do espaço estratégico de interesse nacional direto, com a responsabilidade concomitante de proteger direitos próprios em matéria de aproveitamento de recursos na área em questão, etc. etc.?"

A abordagem do OCeano JPN sobre esta matéria pode ser lida na sua totalidade seguindo esta ligação.

INVASÕES FRANCESAS

A 19 de Novembro de 1807, Junot cruza a fronteira de Portugal dando início, oficialmente, à primeira Invasão Francesa.

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

NAVEGAÇÕES


A 18 de Setembro de 1493, Cristóvão Colombo avista uma ilha a que dá o nome de San Juan Batista, desembarcando no dia seguinte. Mais tarde esta ilha passou a chamar-se Porto Rico.

GRANDE NOITE


A partir deste dia e até 1 de Fevereiro é sempre noite na cidade norueguesa de Hammerfest. O Sol está sempre abaixo do horizonte.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

José Manuel Braz Mimoso



Completa hoje 71 anos de idade e é um caso exemplar de serenidade e de companheirismo. É um camarada de corpo inteiro que, mesmo nos tempos difíceis por que passou a nossa geração em África ou aqui, soube sempre estar no seu lugar e só no seu, sem tirar proveito de ninguém, nem ultrapassar ou atropelar alguém. Assim foi nas bolanhas da Guiné, no comando de uma corveta ou na diplomacia em Marrocos. Assim é hoje nos seus quotidianos.
Um grande OCeano e um grande Amigo!
Great man, long life for him!

EFEMÉRIDES MARÍTIMAS

(O "Impératrice Eugenie" inaugurando oficialmente o Canal do Suez)

A 17 de Novembro de 1869 procedeu-se à inauguração oficial do Canal do Suez.



OCEANOS


A 17 de Novembro de 1944 nasceu quem veio a ser mais tarde o OCeano Braz Mimoso.
Ao grande Amigo e Camarada um Abraço de parabéns e que daqui para a frente tenhas mar bonançoso por muitos anos com os Teus.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

OCEANOS

A 16 de Novembro de 1943 nasceu aquele que veio a ser o OCeano Pinto Machado.
Ao Camarada e Amigo um grande ABRAÇO e que recuperes a tua saúde.

MAR


Hoje, 16 de Novembro, comemora-se o Dia Nacional do Mar.
Será que protegemos o "nosso mar", e que sabemos explorá-lo convenientemente?

domingo, 15 de novembro de 2015

EFEMÉRIDES NAVAIS


Foi a 15 de Novembro de 1924 que Sacadura Cabral no seu voo de regresso a Portugal desapareceu no Canal da Mancha. Nunca foram avistados destroços do avião.