sábado, 29 de novembro de 2014

Mais Mares

Foram introduzidos neste blogue mais quatro “Mais Mares”, com informações úteis para os reformados:
·         Marinha – Reserva e Reforma
·         IASFA
·         CGA
·         AOFA
Quanto às três primeiras, é necessário que cada reformado / utente / pensionista se registe previamente, seguindo as instruções respectivas.

Informações complementares:

·         Em caso de dificuldade, para Marinha – Reserva e Reforma:
Consultar: DIRECÇÃO DE SERVIÇO DE PESSOAL - REPARTIÇÃO DE RESERVAS E REFORMADOS
Morada : Praça da Armada 1350-027 Lisboa
Horário : Manhã 09:00-12:00 - Tarde  13:30-16:45
Atendimento ao Público Telf: 213 945 545/6
Secção de Oficiais Telf: 213 945 556
Telefone Geral INA: 213 945 400
E-mail: dsprrr.secretaria@marinha.pt

·         Para IASFA:
Teclar no cartão “ADM”, depois em “Beneficiários” e seguir as instruções

·         Para CGA:
Teclar em “Registo” e seguir as instruções.

Aviso à navegação



Informam-se os OCeanos que o "Água aberta" foi abalroado por um imprevisto. Durante uma acção de manutenção verificou-se que a secção "Mais Mares", que listava as várias ligações que podiam ser feitas através do nosso blogue e que estava situada na coluna da direita, foi por água abaixo (pura e simplesmente ... desapareceu!). Tornou-se necessário refazer a dita secção, de memória, o que terá, certamente, introduzido algumas alterações. Lamentamos o sucedido e os eventuais incómodos provocados solicitando a todos que nos informem (usando o seguinte endereço de correio electrónico: cursooliveiraecarmo@gmail.com ) de falhas e outras sugestões sobre esta matéria.

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Vulcões

Larga esta tarde para a ilha do Fogo, em Cabo Verde, a fragata Álvares Cabral que vai dar apoio às populações afectadas pela erupção vulcânica que tem destruído muito daquela ilha. O equipamento que transportam e o treino que tem está perfeitamente adequado a este tipo de missões, que não será mais do que normal. Pois bem, isto dá direito a solene despedida na Base, com a presença do CEMGFA e do CEMA. Será isto para afirmar que quem manda nos navios e na operação é ele? É que há antecedentes de os CEMGFAS não saberem o que fazer com os navios.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Tiroteio em Évora

Animado pela recente dádiva do amigo Costa, o Homem resolveu ir em visita de solidariedade a Évora. Montou-se no carro da Fundação, guiado por motorista da Fundação e com a sempre presente enfermeira (também da Fundação?), o Homem foi. Rodeado por jornalistas abriu fogo de rajada. Disparou contra a justiça, contra os jornalistas, contra o Juiz de Instrução, contra "os que fazem uma campanha infame contra um homem digno". Fuzilou com o olhar e as palavras "os tipos canalhas que estão lá por trás". Cumprida a missão, esgotadas as munições, o Homem regressou.
E não há ninguém que o interne?

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Retalhos do quotidiano

Para não deixar o blogue morrer de tédio e à falta de melhor, aqui vão duas situações por mim ouvidas hoje.

1ª – No programa da manhã da Antena 1, no espaço do Conselho Superior, a comentarista (pessoa demais conhecida na nossa esfera  política), ao referir-se aos órgão de informação designava-os por “media” mas pronunciando “mídia” (o que muito boa gente se habituou a fazer).
Eu não sou filólogo, mas parece-me que aquela palavra, sendo de origem latina, se prnuncia “média” tendo-a os anglo-saxónicos adoptado e pronunciado à maneira deles.
Não é rebuscado um português (no caso uma portuguesa) pronunciar uma palavra de uma língua donde resultou a sua, à maneira anglo-saxónica? Ou pretenderá mostrar uma cultura (pelos vistos bacoca) acima da média (ou será mídia?).

2ª – No metropolitano, quase vazio dada a hora, viajava ao pé dum casalinho simpático, bem apresentado e com bom aspecto, que devia rondar uma idade próxima de fim de adolescência.
- Olha lá, dizia ela para o companheiro, 46 são 4x4?
- Não, respondia-lhe ele.
- Àh pois, são 32, não é verdade?
- Também não, retorquia o rapaz, são 16.
- É verdade! Concluía ela com satisfação. Mas, continuava ela encrençada no primeiro número, o 46 não te diz nada? Já sei, são 7x8, não é verdade?
Chegou a minha paragem e saí, deixando-os certamente entregues a estas altas matemáticas da tabuada.
Será por já ser um “kota” que reparo nestas coisas, pelos vistos normais, de pessoas daquelas idades não saberem a tabuada? Qual de nós no fim da nossa distante e saudosa 1ª classe a não sabia? Pois é, não havia máquinas de calcular, nem telemóveis com elas, nem sei que mais…