sexta-feira, 1 de novembro de 2013

ESTADO TOTALITÀRIO

Depois do ataque aos gatos e cães segue-se o ataque aos médicos que usam gravata! Este tinha-se disfarçado de médico mas nem assim se vai safar.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

NSA

Mas nem tudo é mau, valham-nos os nossos serviços de contra-espionagem, ele foi Holland, Rajoi, etc. e até, espante-se, Merkl mas de cá não conseguiram nada!

NAUFRÁGIO GERAL

O plano da classe dominante portuguesa, e não só, que intenta a destruição das estruturas do  aparelho de Estado considerando, na sua perspectiva ideológica de maximização dos seus lucros, que ele deve ser mínimo  tem vindo a destruir tudo o que imediatamente não dá lucro, nomeadamente a educação.Veja-se o que se passa com a pesca que, na repartição internacional por eles feita, foi  retirada aos portugueses,  na qual continua empenhadamente a liquidar o pouco que resta retirando aos pescadores a possibilidade de terem uma formação de qualidade o que os leva inevitavelmente à morte económica mas também física.  Exemplar; o que aconteceu quando o "presidente" de uma dita associação de defesa da vida no mar, à pergunta porque os pescadores da "Jesus dos Navegantes" não envergavam coletes de salvação ao sair de uma barra que o próprio reconhece difícil "por causa das obras" responde que " a Lei não obriga" como se a segurança no mar fosse uma mera emanação legislativa.

domingo, 27 de outubro de 2013

Passo a passo até à perda total de soberania

Embora a decisão final não tenha sido ainda tomada, o jornal Público anunciou, na passada semana, a intenção do governo de lançar dentro em breve, através do IGCP, uma emissão de dívida denominada em dólares para investidores que apenas investem nessa moeda.
Essa intenção foi aliás, substancialmente abordada nos roadshows realizados junto de investidores. 
Argumenta-se que este seria o próximo passo na estratégia de "regresso aos mercados" porque permitiria diversificar a base de investidores, nomeadamente fundos de investimento que possuem limites à aquisição de obrigações denominadas em moeda estrangeira.
Tal decisão merece o seguinte reparo: a sua concretização, para além de representar uma grande ignorância quanto ao que é um Estado soberano, representa uma grande falta de visão estratégica, comprometendo o sucesso da inevitável reestruturação da dívida pública.(ler mais)