sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Mais do "Costa Concordia"

Já que se fala tanto do "Costa Concordia" aqui vai uma peça digna de estudo profundo, principalmente por aqueles mais conhecedores de navegação e meteorologia. "Comandante do «Costa Concordia» foi herói no mar da Madeira O caso é relatado no Diário de Notícias da Madeira. O comandante do "Concordia", Francesco Schettino, evitou uma tempestade, cancelando uma escala no Funchal. O caso remonta a 4 de Dezembro de 2010 e foi relatado à imprensa italiana por Fernando, o gerente do restaurante Milano do "Costa Concordia". Segundo este tripulante, o navio saíra de Tenerife em direção ao Funchal e "Schettino foi o único a interpretar corretamente os dados metereológicos e a perceber que o navio estava a dirigir-se para uma zona de tempestade. Sob os protestos dos passageiros, o comandante mudou a rota para o Mediterrâneo e seguiu para Málaga. Quem não fez como nós, acabou por enfrentar um mar de força 10. Um navio da Royal Caribbean teve 300 feridos a bordo. O Schettino também é isto", disse aquele profissional da Costa Crociere. O cancelamento na véspera da escala do "Concordia" no Porto do Funchal, devido ao mau tempo, foi noticiado na altura. O navio trazia 3.000 passageiros a bordo." Quem me consegue explicar por onde terá passado o navio quando em vez de ir para o Funchal foi para o Estreito de Gibraltar e assim não ter apanhado a tempestade? Isto de andar no Mar tem que se lhe diga

Fotos II



Fotos I




















O Lançamento (visto pelo JTA)



(Para ampliar, "clicar" sobre as fotos)

Nota: Para ver as fotos, individualizadas e transferíveis, podem seguir esta ligação.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Curiosidades

No Diário da República n.º 185,Série II, de 2013-09-25, Parte C encontram-se publicados os Despachos n.º 12199 a 12209 do Secretário de Estado da Inovação, Investimento e Competitividade, designando pessoal para exercer funções no seu Gabinete

domingo, 22 de setembro de 2013

ESTORIAS OCEANICAS – 9


Estávamos atracados em Brooklin, acabadinhos de chegar.
Já depois de jantar, começámos a ouvir uns sons estranhos lá para os lados da tolda. Denunciavam vozes em alvoroço, misto de algazarra e de ordens e contraordens.
 
Estando de serviço, fui com o cabo de quarto ver o que se passava.

O que tinha acontecido? Um negro, de quem se comprovou depois a bebedeira, tinha caído à água e esbracejava ao mesmo tempo que emitia aflito uns sons imperceptíveis mas bem fornecidos de decibéis.

Já se tinham juntado uns tantos outros no cais, porventura compinchas no mesmo estado do actor principal, que davam as sugestões salvadoras mais desencontradas e igualmente bem audíveis.

Mas já tinham atirado à água um cabo, tinham conseguido laçar o candidato a náufrago a dois metros do cais e preparavam-se para começar a içá-lo, estranhamente sob os protestos do mesmo.

O que tinha acontecido é que tinham apanhado o homem pelo pescoço a assim o tentavam trazer a salvo.

Se bem me lembro, alguém da Sagres atirou-se à água e mudou o ponto de esforço do salvamento do homem do pescoço para o tronco e ele salvou-se.

Foi provavelmente este o primeiro acto humanitário da Sagres em terras do Tio Sam, lamentavelmente escapado a qualquer caixa jornalística.