sábado, 8 de junho de 2013

UM ABRAÇO


sexta-feira, 7 de junho de 2013

... nem façarei!

A solicitação de um OCeano aqui vai:

EU NÃO FAÇAREI
TU NÃO FAÇARÁS
ELE NÃO FAÇARÁ
NÓS NÃO FAÇAREMOS
VÓS NÃO FAÇAREIS
ELES NÃO FAÇARÃO
Vejam quem inventou a nova conjugação do verbo!!!




quinta-feira, 6 de junho de 2013

APRe!!!

Hoje, em frente do Ministério da Solidariedade e Segurança Social ... a defender os pensionistas e reformados.


terça-feira, 4 de junho de 2013

As pensões como variável de ajustamento

A prioridade ao corte nas pensões

Na carta de 3 de Maio dirigida a Durão Barroso, Mario Draghi e Christine Lagarde, o primeiro-ministro Passos Coelho comprometeu o Estado português com cortes orçamentais permanentes que devem atingir cerca de 4 mil e 800 milhões de euros em 2015. Cerca de 30% desses cortes incidem sobre pensões de reforma. Na nova fase do “ajustamento estrutural”, agora iniciada, caracterizada pela substituição de uma austeridade que se anunciava como conjuntural por cortes permanentes na despesa e na provisão públicas, as pensões surgem assim como uma das principais variáveis de ajustamento. Estes cortes na despesa dos sistemas públicos de pensões são tanto mais surpreendentes quanto acrescem a reformas adoptadas em Portugal, em 2001 e 2007, que estão já a ocasionar uma redução do valor médio das pensões e, deste modo, a fazer com que a despesa em pensões não acompanhe o aumento do número de idosos na população. De facto, segundo um estudo da Comissão Europeia (CE) que o Governo cita no Documento de Estratégia Orçamental (DEO), o peso da despesa com pensões no PIB não deverá crescer em Portugal mais do que 0,2 pontos percentuais entre 2010 e 2060. Não se prevendo o crescimento da despesa com pensões que seria expectável à luz da evolução demográfica, como se justifica a prioridade conferida à redução da despesa pública com os regimes de pensões?

http://www.ces.uc.pt/ficheiros2/files/5BarometroCrises_Pensoes.pdf