sábado, 23 de fevereiro de 2013

Zeca Afonso

Foi há 26 anos que este excepcional Poeta e Músico nos deixou e, no entanto, continua presente, todos os dias.



quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Agarra que é ladrão!



Fiz ontem de manhã uma receosa visita ao sítio da Caixa Geral de Aposentações, para consultar o que acontecera à minha pensão. Bem analisada a copiosa lista de descontos, só posso concluir que me meteram as mãos nos bolsos até aos dedos dos pés. Pela primeira vez na vida, desejei ter pé-de-atleta, para o pegar aos Irmãos Metralha que me fizeram esta gracinha.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

MDN condenado

O MDN foi condenado por "omissão ilícita e culposa do dever de fiscalização" das pescas por navios estrangeiros em águas nacionais. Isto por falta de fiscalização entre as 100 e as 200 milhas nos anos de 2002 a 2004. O MDN está condenado a pagar aos autores da "acção popular" o montante dos prejuízos sofridos por estes. Estamos perante um facto inédito, que pode abrir uma caixa de Pandora. Por exemplo, a GNR pode ser multada por deixar roubar os fios de cobre. Mas isto vai ao encontro e reforça a já antiga e inútil reclamação da Marinha por novos meios para fiscalização. Não sei o que dirá o MDN, para além das vagas alegações de que a redução dos meios não afecta a missão, etc.
Mas o que acho extraordinário é como os autores da acção, os sindicatos e associações de pescadores, conseguiram isto. Os pescadores dos Açores pescam à babugem de terra. Haverá uma ou duas embarcações de pesca do alto. Como é que podem provar que a pesca nos bancos situados a mais de cem milhas os prejudicaram? E culpam as embarcações estrangeiras pelo prejuízo. Como é que sabem se não vão lá ver? E mesmo que fossem, como saberiam que não estavam autorizadas pelos acordos de pesca no âmbito da U.E.? E como é que vai agora ser calculado o prejuízo, se os açorianos lá não pescam?
Também é interessante constatar que o tribunal faz avaliação operacional sobre meios adequados à missão! E é também caso para perguntar: _ E agora as FA têm o não têm autoridade para fazer a fiscalização da pesca? Os juízes decidiram.

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

TAN CERCA ... Y TAN LEJOS !!!!







...é só apresentar a Identidade Militar !!!!!

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Para onde nos estão a conduzir?

João Ferreira do Amaral na Conferência Inaugural de Economia Portuguesa - Propostas com Futuro que teve lugar ontem, 16 de Fevereiro na Fundação Calouste Gulbenkian:

“Nós não podemos imaginar que estes programas que estamos a prosseguir vão dar resultado. Pelo contrário, vamos por uma situação de ausência de saídas, de um bloqueio total”.

“Se rapidamente nós não arrepiarmos caminho e se não começarmos a atacar o verdadeiro problema que temos, que é a discussão da estrutura produtiva, para a tornarmos mais competitiva, mas ao mesmo tempo mais amiga do emprego também, podemos ter a certeza que é a própria sobrevivência do país, que, tal como o conhecemos, pode estar em causa".

"Destacou que um aspecto muito importante, que tem sido completamente descurado, são as opções claras em termos de investimento público, que actualmente é considerado um inimigo, o que é um erro brutal, porque é essencial para dar sustentação à coesão nacional e para a actividade económica de muitos sectores. E, como matérias essenciais para o futuro as opções energéticas – que vão ser algo sempre muito determinante na progressão da economia -, os domínios de sensibilidade ambiental com grandes potencialidades económicas, como as actividades marítimas e a floresta, e o desenvolvimento do capital humano nas suas diversas componentes".

“O Estado não se pode demitir de ter opções estratégicas em termos de grandes sectores que têm a ver com o futuro do país, realçando que o mercado é míope em relação ao longo prazo, pelo que não tem capacidade de orientar o país na defesa dos seus interesses nacionais".

Fonte: Jornal Sol

Com o definhar das capacidades da FA's, nomeadamente a naval, como se faz a segurança, defesa e apoio das actividades marítimas? E da investigação e desenvolvimento na ZEE e plataforma continental? E a fiscalização das áreas marítimas de interesse nacional depositárias de recursos economicamente relevantes e valiosos?