sábado, 4 de fevereiro de 2012

FORÇAS ARMADAS








Imaginem o não crente que vê a pobre mulher que rasteja, em cumprimento de promessa, no Santuário de Fátima. Imaginem agora um descrente na necessidade de existirem Forças Armadas que vê um fuzileiro, em cumprimento do dever, a atolar-se na pista de obstáculos. Estão a ver a semelhança mas a diferença é menos perceptível. É essa subtileza que faz, por ora, as Nações! E as Forças Armadas! A morte destas determina o fim daquela. Serão os agnósticos competentes para as dirigirem?

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

FA sustentáveis?


O ministro da Defesa disse que as Forças Armadas não são sustentáveis tal como são. Pois não, porque não são nenhuma mercearia. Então é preciso começar mais uma restruturação, só mais uma, até que venha outro governo. Entretanto continuam com os orçamentos que depois são cativados, tudo a fazer de conta. Como cada novo ministro tem que apresentar serviço, vai de mudar tudo para que tudo fique na mesma.


IRMANDADES

Na sequência do seu comentário na "onda" anterior, o Manel enviou para publicação um interessante e atual artigo da autoria de Paulo Morais, professor universitário e personalidade bem conhecida que se tem feito notar na luta contra a corrupção.  O artigo em causa tem por título "Poder & Associados" e foi publicado no "Correio da Manhã". Os interessados na sua leitura podem "clicar" AQUI.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Abertura do Ano Judicial

Ouvi, ontem, o discurso do bastonário da Ordem dos Advogados por ocasião da cerimónia de Abertura do Ano Judicial. As posições polémicas e caústicas de Marinho e Pinto são bem conhecidas e, portanto, não vou dar nenhuma novidade se disser que o senhor esteve à altura dos seus pergaminhos. Permito-me realçar apenas dois momentos que mostram situações bem atuais: 
" As gigantescas remunerações que gestores transformados em políticos e políticos transformados em gestores se atribuem uns aos outros em lugares e cargos para que se nomeiam uns aos outros constituem nas circuntâncias actuais uma inominável agressão moral a quem, muitas vezes, é obrigado a cortar na satisfação de necessidades essenciais" e, um pouco mais à frente " As nomeações para cargos públicos de amigos e familiares, de familiares de amigos e de amigos de familiares multiplicam-se escandalosamente, criando no aparelho  de estado um gigantesco polvo clientelar cujos tentáculos se estendem já a empresas privadas onde o governo detém influência política." 
Acho que vale a pena ler o discurso na íntegra ... podem aceder ao dito "clicando" AQUI.
Falta dizer que estava presente o PR, a Presidente da AR, a ministra da Justiça, os Presidentes dos vários Supremos Tribunais, a Igreja, etc, etc, todos de cara impassível e impertubáveis. À saída (desta vez não houve beberete/croquete) não ouvi comentários sobre esta matéria ... ah, já me esquecia, o discurso parece ter sido fracamente aplaudido.