sábado, 4 de junho de 2011

Qué dos Outros Dois Submarinos?

O título do artigo publicado ontem no Diário Económico, que reproduzo com a devida vénia diz o seguinte: "Governo Registou Duas Vezes Despesa com Submarinos". Tomei a liberdade de suprimir a primeira linha (não foi "censura" dos tempos idos, mas a necessidade de preservar o texto, para eventuais interessados na sua leitura) porque a minha digitalizadora só permite formatos A4.
.
Quererá isto dizer que deveríamos ter 4 submarinos? Ou que os brilhantes Doutores em Economia não têm razão quando afirmam que o deficit monstruoso do Estado Português foi devido à aquisição de, apenas, dois submarinos?
.
Provavelmente, o projecto de extensão da plataforma continental que o Governo Português submeteu à consideração das Nações Unidas, se vier a ser aprovado, acarretará um aumento dos meios necessários de defesa e segurança da Propriedade Nacional (plataforma continental incluida), nomeadamente submarinos. Será que o Governo da Nação já tinha previsto essa necessidade e tinha já prevista a aquisição de dois submarinos adicionais?
.
Tenham um bom fim de semana.
.
Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

terça-feira, 31 de maio de 2011

Com cor

Com menos confusão mas com mais cor, a Praça D. Pedro IV continua a albergar alguns resistentes solidários com a Puerta do Sol ... nunca tinha visto o Rossio engalanado desta maneira.

("Clicar" para ampliar)

domingo, 29 de maio de 2011

A Soberba do Doutor em Economia

Embora arriscando-me a ser acusado, outra vez, de ser accionista do Grupo Impresa (que, repito, não sou) tomo a liberdade de, com a devida vénia, reproduzir um pequeno apontamento de um artigo de Nicolau Santos, publicado no Expresso Economia, de 28 de Maio, com o título em epígrafe.
.
Aproveito a oportunidade para reproduzir, também, uma anedota que ouvi há já algum tempo:
.
"Sabem qual é a maior virtude dos economistas? É darem credibilidade aos meteorologistas!"
.
Tenham uma boa semana!
.
Jorge Beirão Reis escreve de acordo com a antiga ortografia.

O mar que me chama

Passando por acaso hoje à porta de uma unidade da GNR chamada Unidade de Controlo Costeiro, vejo uma azulejo grande com as armas da dita, naquele estilo piroso e retrógado da heraldica militar portuguesa. Sob as armas, em listel, o moto da unidade dizia: O mar que me chama! Fiquei estarrecido. Que lata. É que é uma impossibilidade, um oximoro. Pode o mar chamar quem usa botas altas e capacete prussiano? Até pensei que fosse a gozar, mas a bigodaça do plantão à porta do quartel fez-me cair na realidade.