sexta-feira, 4 de março de 2011

Obras no paredão

( Para ampliar, "clicar" nas imagens)

Parece que, finalmente, as obras no paredão de Cascais (junto ao palacete Palmela) se aproximam do fim e dentro de pouco tempo se poderá voltar a passear sem dificuldades de maior. O mesmo não se pode dizer do outro extremo pois entre a praia da Poça e a da Azarujinha foi colocada a grade que a seguir se mostra.

Não se vê qualquer informação/justificação para o obstáculo e não se vislumbra qualquer trabalhador em actividade nas proximidades. Será que o espaço passou à esfera privada? Ou será que as autoridades (?) competentes para colocar o gradeamento não julgam necessário informar das razões de tal procedimento? Os utentes não mereceriam, pelo menos, um simples "Pedimos desculpa pelo incómodo - Seremos breves".

terça-feira, 1 de março de 2011

Duas Baixas




Jane Russel e Annie Girardot partiram ao mesmo tempo. Apesar de serem de épocas diferentes, fazem parte do nosso passado cinéfilo.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Kadafi cantor

Coitadinhos dos Portugueses

Os Portugueses que sempre foram os melhores do mundo (até deram novos mundos ao Mundo) são uns coitadinhos, não merecendo os piores governantes do Mundo. Coitadinhos dos Portugueses!

Wikileaks

Ora aí estão as primeiras revelações dos telegramas da embaixada dos EUA relativas ao MDN e às forças armadas portuguesas. Quem fica mal na fotografia são eles, que revelam ignorância e incompetência para os lugares que aqui ocupam. Desde logo o embaixador, que, como a maioria dos embaixadores dos EUA em Lisboa, não é de carreira, mas sim um empresário que fez chorudas doações ao partido do presidente e é depois recompensado com o lugar. Assim, o que ele vai sabendo é através dos adidos militares que, no seu trabalho normal, vão contactando, formal e informalmente, com os orgãos e oficiais da estrutura nacional. Conheci vários e, àparte a simpatia pessoal, percebi que não eram grandes estrêlas e verifiquei que, do lado nacional, a todos os níveis, não lhes era dada grande abertura, o que os deixava frustrados. Isso não justifica as calinadas encontradas nos telegramas, pois deviam, pelo menos, saber o que se passa. Não deixa de ter graça a menção a uma banda da Academia Militar que não existe, ou à compra das fragatas Perry, que, a maioria dos portugueses não sabe, tinham 30 anos e estavam na naftalina.
Obviamente que o lado comercial dos negócios de armamento tem muito a ver com o tom geral dos comentários que, no caso dos F-16 não se compreende. Já as opiniões sobre os oficiais carreiristas e empatas que estão no topo das F.A. é óbvio que só podem ser adquiridas nos cocktails, entre um rissol e um croquete, pois no relacionamento directo e profissional com os oficiais não chegariam a esse grau de conhecimento. Ou seja, quanto mais mantidos à distância, pior a opinião que os adidos têm sobre nós.
Isto dos telegramas diplomáticos é um problema. Eles têm que ser feitos para apresentar serviço, mesmo e sobretudo, quando não há nada para dizer. Aí a fantasia e o carácter dos autores vem à superfície. Aguardemos os próximos episódios.