sábado, 22 de janeiro de 2011

ADEUS AMIGO

Senhor Almirante Braz Mimoso

Permita-me que o trate assim , mas sempre mantivemos uma aproximação, embora nunca tivesse tido a honra de servir sob as suas ordens , de grande à vontade.
Todos os OC´s certamente o recordam como eu e lhe tiveram estima e consideração, não por ser o Pai do Zé Manel pois isso só serviu para a "apresentação", mas antes pela consideração que também mantinha para connosco, sabendo o nosso nome e a alguns, como eu , o nome próprio.
Teve também a delicadeza de seguir as nossas carreiras e saber por onde parávamos.
Um Almirante e um Senhor .

Assim aqui lhe faço a continência e até qualquer dia .

V/Almirante Braz Mimoso

A notícia do fim de uma vida, se bem que inevitável, choca sempre e é sempre brutal quando de alguém que de alguma forma nos está próximo.

Foi o que senti ao receber o telefonema de um camarada de curso com as palavras secas, directas e que nunca se desejam receber de um: "Sabes quem faleceu? O pai do Minoso", ao dirigir-me para casa.

A figura do Alm. Braz Mimoso, pessoa com quem não tive o privilégio de me cruzar profissionalmente, pela sua carreira, pela sua simpatia, por ser pai de quem era, era alvo do respeito e da consideração de todos que o conheceram e em particular dos OCeanos, através de cujo curso ele se prolonga pelo filho.

À Família enlutada e em particular ao "nosso" Zé Manuel Mimoso, fazendo-me intérprete do sentir de todos os camaradas do Curso "Oliveira e Carmo" e em meu próprio nome, apresento sentidas codolências.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Piratas

Hoje de madrugada, um comando sul-coreano assaltou um navio sequestrado e libertou os 21 homens da sua tripulção, matando no processo 8 piratas e prendendo 5. O governo sul-coreano declarou que não tolera pirataria e bastou. Não consta que tenha tido problemas legais.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

HOSPITAL DA MARINHA

Face a uma situação considerada clinicamente não poder ser sustentada sem um internamento medico na area da Gastro, a ser prestado a meu Pai, contactei telefonicamente o Serviço de Gastro do Hospital da Marinha. Depois das vicissitudes "normais" para falar para o serviço consegui chegar à fala com o médico que na altura estava a dar consultas, dr. Santos Anjos.
Por não se lembrar(?!?) do meu Pai (o que estranhei pois há mais de 50 anos era frequentador assiduo daquele serviço ) informou-me que ia consultar a sua ficha e que lhe ligasse passada 1 hora.
Perante esta situação, para mim totalmente inesperada, em que esperava uma resposta do género:"traga-o para ser internado e observado, depois logo se vê." e em que me deparo com um caso de falta de memoria resolvi telefonar para o Hospital da Força Aérea, local onde o meu Pai, que eu saiba, nunca pôs os pés.
O médico com quem falei, Dr Rui Gonçalves, não precisou de puxar pela memoria para se decidir se devia internar o meu Pai ou não. Limitou-se a dizer:" Vou ver se há camas vagas e já lhe telefono". Demorou 4.5 minutos a dar-me uma resposta positiva !!!
Se calhar a culpa por acabar com o Hospital da Marinha não reside totalmente na Av. Ilha da Madeira...

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O "feyto de Goa"


Na "Revista de Marinha" de Dezembro 2010/Janeiro de 2011 foi publicado um pequeno artigo do OCeano ARC intitulado "Albuquerque, "o feyto de Goa" e 500 anos de história". O escrito, embora sucinto, é muito claro e informativo sobre o passado da "Goa Dourada, a capital do Estado da Índia Oriental" e descreve também os seus últimos cinquenta anos, abordando a "invasão" e a situação actual deste território que se afirma como "o mais próspero Estado da União Indiana." ARC é hoje um dos grandes especialistas desta matéria e uma autoridade sobre o assunto, nomeadamente no período posterior a 1961. Quem estiver interessado em ler o artigo pode seguir esta ligação.

Nota: A "Revista de Marinha" tem como director o nosso camarada CR Alexandre da Fonseca.