sexta-feira, 22 de maio de 2009

Obras na Azarujinha

Foi há um ano e picos que, em pleno Verão, se fizeram obras de restauro na praia da Azarujinha. Trabalhadores e veraneantes lá foram vivendo em paz e sossego.

As placas de revestimento foram substituídas e o pequeno murete que se vê à direita foi deitado abaixo. Em Setembro do ano passado a situação era a que a seguir se mostra.

Um belo pavimento, murete desaparecido ... lamento informar que a tentativa de plantar alguma vegetação não foi coroada de êxito pois as palmeiras iniciais não pegaram.

Passemos agora a princípios de Maio deste ano. Depois de um Inverno bem passado vejamos como a obra ficou.



Bom ... assim não vale. Então que descaramento é este? A gente a fazer e o senhor Mar a estragar? Não pode ser ... vamos lá outra vez.
E assim está a ser ... as obras recomeçaram!

E o mais interessante disto tudo é que o pequeno murete que tão laboriosamente tinha sido exterminado está de novo a ser reconstruído.


Digam lá que isto não é um planeamento de categoria, digam lá que isto não é uma boa maneira de criar emprego ... assim, sim, até dá gosto ver o nosso dinheiro a ser bem gasto!

Nota: Todas as fotografias podem ser ampliadas, "clicando" sobre elas.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Bandeira Vermelha


Este ano a época balnear começou em Maio, sujeitando o pacato cidadão à ditadura e destempero dos banheiros e nadadores-salvadores. Desde sempre que estes senhores usaram as bandeiras a seu belprazer, não se coibindo de usar e abusar da bandeiras vermelhas e amarelas à menor núvem no céu, permitindo-lhes relaxar a sua vigilância e, noutros tempos, ir para a barraca vender umas cervejas. Repetem-se os casos de bandeiras vermelhas sem a menor justificação, proibindo o cidadão de tomar banho e estragando-lhe os dias de praia. Este ano já começou. Hoje no Estoril, com ondulação zero, vento zero e corrente zero estavam as bandeiras vermelhas içadas. Veja-se na fotografia o estado do "temporal". O I.S.N. tem que saber disto.

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Apertando o cinto

Falando apenas de tempos mais recentes, verifica-se que andamos a "apertar o cinto" desde que, pelo menos, D. Barroso inaugurou o discurso da "tanga". Seguidamente, com o actual executivo, continuamos a apertar pois o (ainda) nosso primeiro não fazia ideia de que as finanças públicas, quando tomou posse, estivessem tão más (isto apesar de figuras políticas gradas, e do mesmo partido do senhor, o terem dito claramente). Quando as finanças pareciam estar equilibradas caiu-nos em cima a tal de crise global e ... toca a apertar um pouco mais. Pois agora, em plena crise, há comentadores e jornalistas altamente conceituados que já vão preparando o pessoal e dizem que depois da crise é que vai ser, que com as finanças outra vez de pantanas (défice de 8%?) não há outro remédio senão continuar a apertar o cinto.
É uma alegria, apertamos antes da crise, durante a crise e depois da crise ... quem nos acode? É que já vai sendo difícil respirar.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Com a verdade me enganas?

(Para ampliar, "clicar" na fotografia)
Julgo que o JBR já chamou a atenção para este barzinho no paredão ... de qualquer modo aqui vai outra vez. Eu cá ainda não experimentei.