sábado, 21 de fevereiro de 2009

Faróis de Portugal

Para recordarem os velhos tempos em que andavam a tomar-lhes o azimute, vejam esta infografia que aqui deixo com a devida vénia ao “Expresso.pt”.

CARNAVAL


É Carnaval. Descansemos.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Efemérides

Estrato da Wikipédia:

Nasceu no bairro da Ajuda e ingressou, aos 17 anos, na Marinha .
Distinguiu-se como cartógrafo, a partir de
1898 quando de sua primeira comissão em Timor. Até 1920 levantou e cartografou não apenas aquele território mas também o de São Tomé e Príncipe, o de Angola e o de Moçambique.
Respondeu pela delimitação definitiva da
fronteira entre Angola e o Zaire. No decurso destes trabalhos fez a pé a travessia da África, onde conheceu Sacadura Cabral.
Este incentivou-o a dedicar-se ao problema da navegação aérea, o que levou ao desenvolvimento do
sextante de bolha artificial, posteriormente comercializado pela empresa alemã Plath com o nome "Sistema Gago Coutinho"[.
Juntos inventaram ainda um "corretor de rumos" (o "plaqué de abatimento") para compensar o desvio causado pelo
vento. Para testar essas ferramentas de navegação aérea, realizaram em 1921 a travessia aérea Lisboa-Funchal.
Assim preparados, em
1922, no contexto das comemorações do centenário da Independência do Brasil, realizaram a primeira travessia aérea do Atlântico Sul.
Em
1954 a TAP convidou-o para um vôo experimental ao Rio de Janeiro num DC-4, antecipando a futura linha regular que se estabeleceria em 1961.
A partir de
1925 dedicou-se à História Náutica, tendo desenvolvido vasta obra de investigação científica, publicando significativa variedade de trabalhos geográficos e históricos, principalmente acerca das navegações portuguesas, como, por exemplo, "O Roteiro da Viagem de Vasco da Gama" e a sua versão de "Os Lusíadas". Vários de seus trabalhos encontram-se compilados na "Náutica dos Descobrimentos".
Como reconhecimento de sua obra, foi nomeado director honorário da
Academia Naval Portuguesa em 1926, e distinguido como piloto aviador. Retirou-se da vida militar em 1939.
Pertenceu ao
Grande Oriente Lusitano da Maçonaria Portuguesa.

Sorte e asneira


Tanto o MDN de França como o do Reino Unido foram muito lacónicos nos comunicados sobre o acidente que envolveu os submarinos Vanguard e Le Tiomphant. Não admira, dado tratar-se de meios estratégicos nucleares, e a imprensa dos dois países não vai mais longe, especulando apenas sobre o silêncio dos submarinos, dificuldades de detecção e nada mais. Ora o que tem que ser perguntado é o que fazem dois submarinos em imersão na mesma área, ainda por cima em missões separadas. Esta é uma situação teoricamente impossível, excepto se fossem submarinos de ataque em situações especiais, como seja em operações de apoio. Não se tratando disso e sabendo que gestão do espaço marítimo é muito rigorosa, feita com antecedência e com conhecimento de todos os interessados, põem-se interrogações várias: O SUBOPAUTH sabia da existência de um submarino francês na área? Os francêses fazem patrulhas submarinas sem comunicarem à autoridade coordenadora? A França não fazer parte da estrutura militar da NATO terá algo a ver com isto?

Podemos ainda especular que a nova estrutura de comando da NATO eliminou comandos de área ou que a mania dos comandos conjuntos fez desaparecer competências que eram, no passado, do mais alto nível. Uma coisa me parece certa, é que a culpa não foi dos pobres dos submarinistas que desta vez se safaram de um triste fim. E, a propósito, o facto de os submarinos não se terem detectado um ao outro não é um defeito, pelo contrário, revela alta qualidade da tecnologia usada na construção naval para a eliminação de ruidos.

Coisas da Sorte



Abalroaram em imersão mas o Neptuno não estava com apetite e lá se safaram.

Sem ver, aposto que foi culpa do francês!