sábado, 28 de junho de 2008

POIS.É SEMPRE A ANDAR


A TROCO da suspensão da greve, segundo o STCDE, o MNE comprometeu-se a:


Compensar a desvalorização do dólar
Melhorar a proposta do aumento salarial global
Não marcar as faltas dadas dia 27 (alguns funcionários já tinham começado a cumprir a greve desconhecendo a desmarcação)
Retomar negociações (com o sindicato) no grupo de trabalho


Fonte:C. A. em NV

Baú das Velharias. O Orgasmo.

Eu sei perfeitamente que o tema é um bocado heterodoxo e que esta piada tem barbas até ao chão (o LSN vai dar-me na cabeça, de certeza!), mas tenho esta imagem há já muito tempo e considero que traduz na perfeição a inocência das crianças (que eu também já fui).
Assim, aqui fica! Continuação de bom fim de semana!

SE FUÉ.....


Tres?

BOA


90 anos.
Já chega.
Mandou agora os outros carregar com o fardo
Lembra a carta de S.Paulo a Timóteo , já no fim , uma das coisas mais espantosas dos Evengelhos.

COISAS BOAS



Teatro o Bando

Banda da Armada


Convidam-nos a passar uma fantastica noite ,nas traseiras do Museu de Marinha , com um optimo som e um fresquinho bem vindo ,para ver e ouvir "SAGA Ópera Extravagante", com um maravilhoso poema de Sofia (não sei se neste ainda assinou Sophia) , mas lindo mesmo , um acompanhamento fabuloso da nossa banda com a musica de Jorge Salgueiro , óptima , e uma formidável encenação de João Brites , o Homem do teatro. As marcações em palco são algo de notável.

"Mar sonoro , mar sem fundo , mar sem fim.
A tua beleza aumenta quando estamos sós
e tão fundo intimamente a tua voz
segue o mais secreto bailar do meu sonho.

Que momentos há em que eu suponho
seres um milagre criado só para mim."
Nota:de 5ª a Domingo.Bilhetes no CCB , 12 e 15€

sexta-feira, 27 de junho de 2008

Poluição das águas


O que dá a poluição dos rios e lagos é a eutrofização. Nutrientes despejados nas águas provocam um desenvolvimento incontrolável de algas, que invadem tudo e, neste caso, os espelhos de água onde se vão, ou iam, realizar os Jogos Olímpicos. Já mobilizaram 3000 pessoas e 400 embarcações para a limpeza. A ver vamos.

"faróis: a terra ao mar se anuncia"

Assisti, na Direcção de Farois, ao lançamento do livro com o título em epígrafe, da autoria do OCeano Teixeira de Aguilar.

Gostei, gostei muito, quer do livro, quer da cerimónia do seu lançamento! Recomendo-o aos camaradas.

Tenham um bom fim de semana

Coisas más


O miradouro de Santa Luzia, que é visitado por centenas de turistas por dia, está um nojo. Jardim por tratar, chão esburacado, porcaria q.b. Só a vista ainda não foi estragada, mas parece que vem aí uma ponte que se encarregará disso. O que faz a Câmara? Diz que não tem dinheiro! O cinema S. Jorge também é da Câmara e o seu exterior é um chavascal. É a crise...

QUEM SERÁ ?



Quem será o Barbeiro de Pacheco Pereira ?

Cortou no couro cabeludo , na face , e será que também foi lá dentro?

Vi hoje , o novo "look" na "quadratura" , onde tambem se concluiu que Carlos Andrade , o moderador , não lê o "Água aberta ,,,". cada vez interrompe mais , quer maior protagonismo , está mais chato.

Qualquer dia é Ministro

quinta-feira, 26 de junho de 2008

Desafios na Conservação das Zonas Marinhas - Que Futuro

Recebi, hoje, este aviso. Infelizmente não me será possível estar presente.

Suponho que será necessário o contacto com a FLAD, para efeitos de inscrição.

"No âmbito da celebração dos seus 60 anos de existência, a Liga para a Protecção da Natureza (LPN) organiza, com o apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD) e do Centro de Ciências do Mar do Algarve (CCMAR), o seminário "Desafios na Conservação das Zonas Marinhas - Que Futuro?". Este evento terá lugar no dia 1 de Julho de 2008, pelas 14h15, no Auditório da FLAD, Rua do Sacramento à Lapa, nº21, Lisboa."

quarta-feira, 25 de junho de 2008

POLICIA MARITIMA 2

Como vimos são claras as missões da PM.
Sempre me dei bem com este Pessoal e tinha respeito e consideração pelas suas dificeis missões.
Pois não é que agora , certamente infiltrados pela minoria do costume , deu-lhes para quererem sair da marinha (onde estão vai para 90 anos , desde a sua criação) , e aproveitam situações em que nada têm a haver , como o que aconteceu em Oeiras no Domingo passado , para virem para a praça pública dizer que querem uma Policia única , ou seja , ser polícias. Não querem mais ser da Marinha
Por mim , os que lá dentro andam a minar , iam já com guia de marcha para o Corpo de Intervenção da PSP.....e dava-lhes esta embarcação

ADEUS" CORNETA"

O Carlos Loureiro de Sousa , o nosso "Corneta" , partiu. E partiu depois de um grande sofrimento por uma doença que o agarrou e não quiz mais largar.

Para além do curso , nunca acompanhei o Cornet em nenhuma comissão e , ainda eu estava em Angola , quando soube do seu saneamento. Esses saneamentos brutais , qua arruinaram vidas...

O Carlos lá conseguiu superar isso e tirar o curso de economia e inscrevendo-se num partido , embora com pouca ou nenhuma força , foi um militante muito activo e lá conseguiu ser Presidente de 2 Juntas de Freguesia (o que não é comum , senão raro) , Campo Grande e S. Francisco Xavier.
Foi anos Director da EPUL.
Com todos os seus defeitos , quem os não tem , era um Homem de bem e um dos nossos.
Adeus Carlos. Um toque de corneta , um toque de silêncio , por ti

Escola Naval de Angola

Recebido na nossa caixa de correio o seguinte comentário:

Como visitante regular do blogue dos OCeanos (com alguns dos quais tive a honra e o gosto de trabalhar) gostaria de prestar alguma informação relacionada com uma das "ondas" de 23 JUN de "Manel" (que por este nome, não consigo identificar) sobre a Escola Naval de Angola. Estou actualmente na reserva a prestar serviço em Angola na Cooperação Técnico-Militar. Iniciei a comissão em Março passado, respondendo a convite divulgado na OP1 nº 98 de 20 DEC 2007 tendo em vista a "edificação da Escola Naval angolana". A cooperação com a Marinha de Guerra Angolana constitui um dos projectos inscritos no Programa Quadro da Cooperação Técnico-Militar sob tutela da DGPDN-MDN. O que queria transmitir de importante por esta via é que a Marinha Portuguesa está a colaborar de forma activa com a Marinha de Guerra Angolana em algumas áreas e, desta vez pelo menos, não me parece que tenhamos chegado atrasados. Existe um passado de cooperação já com alguns anos na área da formaçãode pessoal que tem tido continuidade e se mantém.
Os melhores cumprimentos do
J M B de Oliveira Braz
305272 CMG EMQ Res

Sócrates bragging amuses European leaders

Very nice ... the electricity!

terça-feira, 24 de junho de 2008

POLICIA MARITIMA 1

O que sei é isto:

Compete à PM, como polícia de especialidade que exerce funções nas áreas sob jurisdição da AMN, executar acções de policiamento, fiscalização, vigilância e de investigação, designadamente:
a) Vigiar e fiscalizar navios e embarcações nacionais, comunitárias e de países terceiros, efectuando todos os actos de verificação documental e demais diligências tendentes a aferir das suas condições de segurança e bem assim das respectivas tripulações;

Acção de controlo a bordo.
b) Efectuar a visita a navios e embarcações nos termos legais;
c) Executar os actos necessários que, no âmbito de polícia, sejam necessários efectuar com vista à concessão do despacho de largada de navios e embarcações;
d) Realizar os actos de inquérito a sinistros marítimos, efectuando todas as diligências necessárias à respectiva averiguação processual;
e) Fiscalizar e garantir a legalidade das actividades relacionadas com a pesca profissional, desportiva ou de lazer, piscicultura e lotas;
f) Fiscalizar a preservação e protecção dos recursos naturais, do património cultural subaquático ou do meio marinho, achados no mar ou por ele arrojados;
g) Fazer cumprir os regimes legais da náutica de recreio e das marítimo-turísticas, designadamente fiscalizando a respectiva actividade e exercendo as medidas necessárias ao cumprimento das determinações da autoridade marítima;
h) Efectuar as diligências processuais necessárias à instrução dos relatórios de mar;
i) Efectuar as investigações conducentes à avaliação das ocorrências em caso de naufrágios, procedendo de acordo com o estipulado na legislação do registo civil;
j) Realizar os actos necessários à exequibilidade das decisões da autoridade marítima no âmbito da detenção de navios e embarcações, e do exercício da autoridade do Estado a bordo de navios e embarcações nacionais, nacionais comunitárias e de países terceiros;
k) Executar os actos necessários à aplicação de medidas cautelares ordenadas pela autoridade marítima no âmbito, designadamente, de processo contra-ordenacional ou de processo envolvendo poluição marítima;
l) Executar os actos e diligências necessárias ao cumprimento das determinações da autoridade marítima no âmbito da segurança da navegação, nomeadamente no âmbito de decisões tomadas em matéria de fecho de barra, acesso e navegação em águas territoriais e transporte de cargas perigosas;
m) Fiscalizar fundeadouros, designadamente o cumprimento das determinações da autoridade marítima estabelecidas em edital;
n) Fiscalizar o cumprimento da legislação sobre Embarcações de Alta Velocidade (EAV), e exercer as medidas e procedimentos previstos no respectivo quadro legal;
o) Fiscalizar a realização de eventos de natureza desportiva e cultural que ocorram na área de jurisdição da autoridade marítima;
p) Fiscalizar as áreas do domínio público marítimo e fiscalizar as actividades nele desenvolvidas;
q) Executar, nos termos legais, as medidas cautelares tendentes à defesa e preservação do património cultural subaquático;
r) Realizar os actos de notificação tendentes à tomada de decisão de embargo pela entidade competente;
s) Fazer cumprir os normativos em vigor em matéria de assistência aos banhistas nas praias;
t) Impor, designadamente em situações adversas de mar, determinações aos banhistas e demais utentes de zonas balneares que estejam, ou possam estar em perigo, através de actos ou procedimentos que estes tenham que assumir ou observar;
u) Verificar as condições de acesso a bordo de navios e embarcações, de modo a garantir a segurança de pessoas e a manutenção da ordem;
v) Intervir para estabelecer a ordem a bordo de navios e embarcações sempre que ocorra perigo para a segurança e perturbação da tranquilidade do porto, ou quando requerido pelo respectivo capitão ou cônsul do Estado de bandeira;
x) Em geral, efectuar o policiamento das áreas sob jurisdição marítima nacional, garantindo a execução das determinações da autoridade marítima.


Compete, ainda, à PM, em termos gerais e visando a segurança de pessoas e bens:
a) Prevenir, e reprimir, a criminalidade e demais actos contrários à lei que ocorram em área de jurisdição da autoridade marítima;
b) Colaborar com as demais entidades policiais para garantir a segurança e defesa dos cidadãos;
c) Efectuar detenções dos cidadãos não nacionais que entrem ou permaneçam ilegalmente em território nacional;
d) Proceder, sob tutela da autoridade judiciária, a averiguações no âmbito de inquéritos que prossigam no âmbito penal, cujo desenvolvimento decorra no quadro de suas competências

SE FUÉ.....



DOS

SE FUÉ.....


UNO

RAFAEL, meu Amigo

Another case it has covered involved allegations by Rafael Marques, a leading Angolan journalist and human rights advocate, of “profoundly sadistic” abuse of artisanal miners by security guards protecting diamond mining operations in the Cuango region. Mr Marques alleged the guards used shovels, clubs and machetes to torture their victims, sometimes fatally.
With considerable difficulty, the centre obtained responses from the five diamond companies that employed the security companies: Endiama, ITM Mining, Lazare Kaplan International, Lev Leviev and Odebrecht. Mr Marques, who then issued rejoinders to some responses, says international exposure help­ed stir debate on the industry and security measures in Ang­ola. Two companies invited him in to discuss his concerns.
“It is a good example of how we are a catalyst and ultimately the key role is played by human rights defenders on the ground,” says Mr Avery. “We can give them that international attention and a bit of leverage that helps them to have access to the company.

Financial times...até que enfim!!!!!!

segunda-feira, 23 de junho de 2008

EU TENHO VERGONHA



Desculpem insistir....mas continua tudo calado?

Tratado de Lisboa pode esperar

Veio de Dublin o último desafio lançado à UE, com a recusa de ratificação do Tratado de Lisboa resultante do veredicto popular – numa União que teimou em promover a diferença entre os seus cidadãos ao conferir apenas aos irlandeses (e por imperativo constitucional) um direito de pronúncia sobre um seu texto de natu­reza estruturante e fundamental. Por muito que os chefes de Estado e de governo hajam acordado em cer­cear esse direito a todos os demais cidadãos europeus, os irlandeses resolveram tomar nas suas mãos o futuro institucional da Europa e interpretar aquele que supostamente seria o sentido de voto de muitos outros cidadãos se os mesmos tivessem tido idêntica possibilidade de se pronunciar sobre o Tratado por­reiro. E assim criaram nova encruzilhada para a qual, reconhecidamente, a UE não estava preparada. Não só inexistia qualquer «Plano B» como o próprio Conselho Europeu acabou por demonstrar o quão imprepa­radas estavam as instituições europeias para um cenário como o que acabou por se verificar. Impõe-se, assim, por antecipação e com o risco que tal exercício comporta, tentar divisar quais os caminhos possíveis que a União poderá trilhar no pressuposto óbvio de que qualquer Tratado, para entrar em vigor, por muito porreiro que seja, terá sempre de ser aprovado por todos os seus 27 Estados Membros.
A primeira via passará pela repetição do referendo irlandês sem promover qualquer alteração ao Tratado de Lisboa. Será a solução mais fácil e mais cómoda para a UE; não se afigura, todavia, muito viável pelo ambiente político existente e também porque teria dois graves inconvenientes: acentuaria a desigualdade entre os Estados-Membros da UE porquanto idêntica repetição não foi imposta à França e à Holanda quando ambas recusaram a Constituição europeia; e desqualificaria definitivamente o instituto do referendo em matérias europeias, dado que faria passar a ideia de que tais referendos só seriam válidos se dessem um determinado resultado.
O segundo caminho possível passará pela abertura de negociações com a República da Irlanda visando obter alterações ao Tratado de Lisboa por forma a que o Tratado que possa voltar a ser sujeito a referendo naquele país seja materialmente diferente do que já foi referendado. Tratar-se-á, porém, de uma solução de difícil concretização – o Tratado foi o mínimo denominador comum a que chegaram os Estados-Membros da UE, para o qual todos tiveram de fazer cedências. Reabrir as negociações em benefício de um único Estado poderá equivaler a abrir uma caixa de Pandora donde não se sabe o que poderá sair, havendo a possibili­dade de desconstruir equilíbrios alcançados. Acresce que, se o Tratado for – ainda que ligeiramente – alte­rado, que acontecerá às ratificações já promovidas em 18 Estados Membros? As mesmas teriam incidido sobre um Tratado que já não existia, que teria sido alterado. A lógica jurídica mandaria repetir tais ratifica­ções.
O terceiro e mais radical caminho passará pela assunção da «morte jurídica» do Tratado de Lisboa, por falta de verificação de uma condição indispensável à sua produção de efeitos jurídicos: a ratificação por todos os Estados signatários – com reabertura de uma nova CIG visando rever e alterar os Tratados em vigor. Tratar-se-á, obviamente, de uma solução extrema e radical que equivalerá a mais uma perda de tempo irrecuperá­vel por parte da UE que daria mostras de permanecer refém de si própria e dos seus Estados-Membros, enredada em questões institucionais e de repartição de poder enquanto «lá fora» o Mundo passa por ela a correr, e ela se mostraria incapaz de dar resposta às questões com que esse mesmo Mundo a interpela de forma cada vez mais intensa.
Ao contrário de qualquer um dos caminhos citados, o último Conselho Europeu, sem o assumir claramente, parece ter optado por «decretar» uma nova pausa para reflexão, à semelhança do que ocorreu após os referendos francês e holandês, a par, da continuação dos processos de ratificação por parte dos Estados Membros que ainda não ratificaram o Tratado. Em boa verdade não se terá tratado de uma solução para o problema em questão mas de um adiamento de uma solução. A finalidade, porém, percebe-se: isolar politi­camente a República da Irlanda por forma a que se chegue a um momento em que apenas falte a ratifica­ção dos irlandeses, eventualmente em vista da repetição do referendo. Acresce, todavia, uma dificuldade eventual suplementar: não está dito nem escrito que outros Estados não possam querer aproveitar o suce­dido na República da Irlanda para travar os seus próprios processos de ratificação interna e com isso ques­tionar definitivamente o Tratado de Lisboa. À esquerda e à direita não faltaria quem rejubilasse com tal cenário. Está por demonstrar, todavia, que fosse essa a melhor solução para o projecto europeu

J.P.Simões Dias

Será publicado em 24.06.08(amanhã) no semanário "O Diabo)

COISAS BOAS

Para além da lampreia , e do verde tinto , os Arcos do vale de Vez eram célebres pelos seus rebuçados , cada um de seu tamanho , embrulhados em papel de seda , cada um de sua côr , vendidos à unidade e guardados em grandes frascos brancos.
Uma delicia para o olho e para a boca.
Agora são todos do mesmo tamanho , todos da mesma côr, embrulhados em papel grosso com a marca registada e o nome do fabricante, vendidos em caixas .....

Enfim....foram-se. Já não regalam o olho e quase se esquece o sabor.

Globalização

Sobre a tão propalada Globalização e a respeito do que cada um em relação a ela sente, compreende e sabe, reproduzo uma reflexão (de um doutor em economista, brasileiro, de que não retive o nome) lida há pouco tempo numa revista da nossa praça:

" O povo sente, mas não compreende e muito menos sabe o que é.

Os intelectuais sabem o que é, não compreendem ( ???? ) e muito menos sentem... ".

CHEGAREMOS ATRAZADOS , MAIS UMA VEZ?


O Estado Maior da Marinha de Guerra de Angola pretende instalar no Sumbe, Kwanza-Sul, um Instituto Superior Naval de Guerra e uma Escola Naval para a formação de oficiais e quadros pertencentes àquele ramo.Para o efeito, esteve quinta-feira no Sumbe o chefe do Estado Maior daquele ramo das FAA, almirante Augusto da Silva Cunha ”Gugu”.Durante a visita, Augusto da Silva Cunha trabalhou com o governo local na identificação de espaços físicos, tendo concluído que “a província reúne condições excelentes” para, a médio ou longo prazo, se concretizar a construção desses empreendimentos, cujo orçamento não foi revelado.De acordo com o almirante, a docência nas referidas instituições será assegurada por professores angolanos, podendo contar, também, com a cooperação de especialistas portugueses.Augusto da Silva Cunha “Gugu” reconheceu que ao longo dos últimos anos a actividade da Marinha de Guerra na costa marítima do Kwanza-Sul esteve desactivada, existindo apenas uma pequena unidade de radar, em Porto Amboim, que, segundo o responsável da MGA, precisa ser revitalizada.Referindo-se à fiscalização das águas territoriais da costa marítima angolana, o responsável máximo da MGA disse que essa actividade “tem decorrido sem sobressaltos”. A mesma é feita com a intervenção de outros órgãos do Estado, nomeadamente o ministério das Pescas, Capitania e Polícia Nacional.O Almirante Augusto da Silva Cunha disse por outro lado que consta das perspectivas do ramo a implantação no Sumbe de um clube naval com todos os elementos que fazem parte desta área, uma casa de passagem para oficiais e a criação de outras condições sociais para os quadros do ramo.O chefe do Estado Maior da Marinha de Guerra apresentou às autoridades locais o vice-almirante Daniel Domingos António, que passa a exercer a função de Comandante da região Naval Sul.