sábado, 3 de novembro de 2007

Ano Operacional



No sítio da Marinha está o discurso do CEMA na cerimónia de abertura do ano operacional. Interessante para quem queira estar a par do que se passa na briosa.

O Inspector-Geral


Não, não é o filme do Danny Kaye, é mais uma nomeação do nosso previsível MDN. Precisando de nomear um novo Inspector-Geral de Defesa tratou de ir arranjar um civil, que isto de militares é uma maçada e só criam problemas. E então de quem é que ele se havia de lembrar? De um funcionário do Ministério das Finanças, que há uns anos foi Secretário-Geral do MDN e de que muitos se devem lembrar bem. Abstenho-me de opinar sobre a pessoa; só digo que podemos estar descansados.
Podem ver pormenores na página do MDN.

Entrando em Lisboa

(Para aumentar, "clicar" na imagem)

A fotografia foi tirada há um mês. Não sei que navio é ... pela silhueta alguém vai lá?

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

Efeméride para amanhã

André Malraux

Escritor, intelectual, governante e aventureiro francês nascido a 3 de Novembro de 1901, em Paris, e falecido a 23 de Novembro de 1976, em Créteil. Foi enterrado no Panteão Nacional.
Aos 25 anos foi viver para o Camboja. Passou depois pelo Vietname e pela China, de onde regressou de novo a território vietnamita. Em 1926 publicou o seu primeiro livro e em 1933 ganhou o prestigiado prémio literário francês Goncourt graças a La Condition Humaine (A Condição Humana).
De regresso à Europa, Malraux continuou a sua forte militância política o que o levou a tornar-se combatente republicano durante a Guerra Civil espanhola, entre 1936 e 1939.
Manteve a actividade de escritor e em 1937 lançou L'Espoir (A Esperança).
Entretanto, em 1939, com o advento da Segunda Guerra Mundial, Malraux alistou-se na Resistência, tornando-se partidário do general Charles de Gaulle. Paralelamente, deixou o Partido Comunista Francês, descontente com o facto dos soviéticos terem assinado um pacto com os alemães.
Com o terminar da guerra, Malraux dedicou-se ainda mais à política e em 1945 e 1946 foi ministro da Informação do governo provisório liderado por De Gaulle.
Contudo, continuou a escrever e entre a Segunda Guerra Mundial e meados da década de 50 publicou vários trabalhos sobre arte e estética.
Regressou de forma efectiva à política em 1958 para assumir de novo a chefia do Ministério da Informação, num governo liderado por Charles de Gaulle. Logo no ano seguinte assumiu a pasta da Cultura e foi ministro desta área até 1969. Abandonou o cargo neste ano após a contestação surgida por ocasião das manifestações estudantis do Maio de 68.
Até morrer em 1976, André Malraux dedicou-se em exclusivo à escrita sendo a sua derradeira obra La corde et les souris (1976).

2 de Novembro ... Efeméride do dia

Jorge de Sena

Poeta, ficcionista, dramaturgo e ensaísta, Jorge Cândido de Sena, nascido a 2 de Novembro de 1919 e falecido a 4 de Junho de 1978, foi autor de uma obra marcada sobretudo pela reflexão humanista acerca da liberdade do Homem.
Depois de concluir os estudos liceais, ingressou na Escola Naval, curso que não concluiu por impedimentos vários, vindo a formar-se em Engenharia Civil na Universidade do Porto.
Ainda durante os estudos universitários, publicou, sob o pseudónimo Teles de Abreu, as suas primeiras composições poéticas em periódicos como Presença e travou conhecimento com o grupo de poetas que viria a reunir-se em torno de Cadernos de Poesia, convivendo, entre outros, com José Blanc de Portugal, Ruy Cinatti, Alberto Serpa e Casais Monteiro.
É, aliás, no âmbito das edições de Cadernos de Poesia que, em 1942, é publicada a sua primeira obra poética: Peregrinação. Ainda durante os anos 40, colaborou com Aventura (1942-43), Litoral (1944), Portucale (2.ª série, 1946), Seara Nova (nas páginas da qual trava, em 1949, polémica com os surrealistas), mantendo ainda colaboração regular com Diário Popular e encetando uma actividade de não somenos importância na sua actividade literária como tradutor de poesia (entre outras obras, saliente-se, na sua bibliografia, 90 e Mais Quatro Poemas de Constantino Cavafy (Porto, 1970), Poesia de Vinte e Seis Séculos: I - de Arquiloco a Calderón, II - de Bashó a Nietzsche (Porto, 1972), Poesia do Século XX (Porto, 1978).
A partir de meados dos anos 40 intensificou, paralelamente à actividade profissional como engenheiro da Junta Autónoma de Estradas, a sua actividade de conferencista, proferindo comunicações que incidem frequentemente sobre dois dos seus temas dilectos: Camões e Fernando Pessoa (de quem editará, em 1947, as Páginas de Doutrina Estética).
Durante os anos 50, afirmou-se como uma das presenças mais influentes e complexas da cultura e literatura portuguesas; é durante essa década que publica algumas das suas mais conhecidas obras poéticas (Metamorfoses, Evidências, Fidelidade); que publica a sua primeira tentativa dramática, a tragédia O Indesejado; que colabora com publicações como Gazeta Musical e de Todas as Artes, Árvore, Notícias do Bloqueio, Cadernos do Meio-Dia; e que organiza a terceira série da antologia Líricas Portuguesas.
A sua postura humanista e o espírito de inconformismo contra a ditadura fascista levaram-no, em 1959, após o envolvimento numa tentativa falhada de golpe de Estado militar contra o regime salazarista, a optar por um exílio voluntário no Brasil, onde viria a exercer funções de docência nos domínios da Literatura Portuguesa e da Teoria da Literatura, nas Faculdades de Filosofia, Ciências e Letras de Assis e de Araraquara, em S. Paulo. Publicou, então, uma série de obras ensaísticas como Da Poesia Portuguesa e desenvolveu uma intensa actividade como congressista, não deixando ainda de, como redactor no jornal Portugal Democrático, participar em acções de denúncia da ditadura a partir do exterior.
Em 1961, publicou o primeiro volume da sua obra poética completa, encerrando a que tem sido encarada como uma primeira fase poética. No ano anterior publicara o seu primeiro livro de ficção, a colectânea de contos Andanças do Demónio.
Em 1965 transferiu-se para a Universidade do Wisconsin, Madison, nos Estados Unidos da América, em cujo departamento de Espanhol e Português seria nomeado professor catedrático de Literatura Portuguesa e Brasileira; em 1970, transferiu-se para a Universidade de Califórnia, em Santa Bárbara, onde viria a ser nomeado, dois anos depois, chefe do departamento de Literatura Comparada e, em 1975, chefe do Departamento de Espanhol e Português.
Entretanto, participou em inúmeros congressos internacionais; tornou-se membro da Modern Languages Association e da Renaissance Society of America; e empreendeu várias deslocações à Europa, nunca interrompendo a edição quer de títulos de teoria e história literária e estudos literários clássicos, modernos e contemporâneos, quer a obra poética pessoal, publicando, antes e depois da primeira visita autorizada a Portugal em nove anos de exílio, entre 1968 e 1969, os livros de poesia Arte de Música e Peregrinatio ad Loca Infecta.
Após o 25 de Abril, recebeu várias homenagens públicas em Portugal, sendo condecorado com a Ordem do Infante D. Henrique e, a título póstumo, com a Grã-Cruz da Ordem de Santiago e Espada. No ano da sua morte, 1978, vieram a público, revistos pelo autor, os volumes Poesia II e Poesia III, a que se seguiriam, postumamente, os volumes 40 Anos de Servidão e Post-Scriptum II.
A obra de Jorge de Sena ocupa uma posição singular na literatura contemporânea nacional e internacional por se apresentar, segundo o prisma por que for encarada, simultaneamente como clássica, moderna, socialmente empenhada, confessional e surrealizante.

Vidal Marnoto


Para não perder o hábito que, como te lembras, vem do tempo das caravelas, aqui fica um grande abraço pelo teu aniversário, com votos de que a jovialidade que manténs vá sendo proporcional ao tempo que passa.

quinta-feira, 1 de novembro de 2007

SIMPLEX

Minha filha , que vive e trabalha em Madrid , precisou de um documento do "registo criminal".

No Consulado de Portugal autenticaram uma procuração a mim , Pai , e uma fotocópia de BI.

Pagou 36 €.

Enviou-me em correio azul e eu fui ao Registo criminal (Av 5 de Outubro 125) . Tirei a senha 38 e estava na 20.

Atendido (muito simpáticamente) disseram-me que não era preciso nada daquilo . Bastava o Pai (e era por esse estado) ir com cópia do BI dela. (confesso que acho de menos!!!!!)

Depois tive de ir à Procuradoria Geral da Republica pedir "uma apostilha " no documento. Disseram-me que andavam com muito que fazer e que lá fosse daí a 8 dias.

Refilei e disse que me ía queixar. Aquilo limita-se a pôr um selo tipo lacre e o Procurador( imaginem que é o próprio que assina!!!) assinar um documento tipo "chapa3".

Perante o "meu conhecimento " do assunto então que fosse buscar no dia seguinte.

Lá fui. E lá me deram o papel , que seguiu para Espanha.....

Regresso a casa


O MDN japonês mandou regressar à base os navios que mantinha no Oceano Índico há seis anos, em apoio à guerra do Afeganistão. Um destroyer e um reabastecedor abandonam a operação liderada pelos E.U.A. visto o governo não conseguir vencer a oposição do partido democrático que agora detém a maioria no parlamento. O apoio a esta missão sofreu com a oposição pública à guerra no Iraque e ao seguidismo a Bush.

Novos SSBN da China


Sabia-se que a China estava a produzir uma segunda geração de submarinos estratégicos lançadores de mísseis balísticos, os tipo 094 classe Jin, mas nunca ninguém os tinha visto. Recentemente foram detectados no Google Earth e, também, foram colocadas na internet chinesa fotografias, por um anónimo.

Os submarinos deslocam 8-9000 tons e possuem doze tubos lança mísseis com alcance de 8000 km. Cada míssil pode levar três ogivas nucleares. O continente americano está agora um pouco menos seguro!

Alguém Explique...
















Alguém me explique porque é que este senhor, tão cioso dos Human Rights", anda de carrugem com um e não quer ver o outro. Porque££££££££££

terça-feira, 30 de outubro de 2007

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

DOPPLER


Faria hoje 104 anos se o "EFEITO" não o tivesse desvanecido.
AS e SUB nunca o esquecerão!

BOA TARDE OC.

Não é que eu seja narcisista, mas hoje é dia de S. Narciso...já que ninguém escreve nada nos últimos dias.