sábado, 20 de outubro de 2007

Rodrigues Rodolfo



Rudy amigo, o Curso está contigo. Como a inversa também é verdadeira, tens de aparecer mais vezes, a AFCEA não há-de ir ao fundo.

Um abraço de parabéns pelo dia de hoje com votos de muitas repetições.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

BOM DIA OC:

Sabiam que hoje é dia de S. Pedro de Alcântara ?

quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Gomes Freire de Andrade

Foi há 190 anos que esta controversa e trágica figura da nossa História encontrou o carrasco em S. Julião da Barra. Tinha pedido e esperava que o fuzilassem, mas nem isso lhe concederam. Acusavam-se os conspiradores de 1817 de prepararem o assassinato do governador militar britânico (Beresford) e dos membros da Regência (o rei, João VI, estava no Brasil). Dizia-se que também queriam substituir a reinante Casa de Bragança pela Casa do Cadaval. Após um processo confuso e viciado, alguns foram condenados à morte com requintes de crueldade. Eleito como a principal figura a abater, Gomes Freire, Tenente General e Grão-Mestre da Maçonaria, foi especialmente maltratado durante todo o processo. Em 18 de Outubro de 1817, depois de enforcado, o seu corpo "mal queimado foi atirado ao mar, que pouco depois o lançou de si primeira e segunda vez, foi roido pelos cães thé que por fim enterrarão na praia um resto." No mesmo dia foram enforcados, uns a seguir aos outros e no meio de cenas dramáticas, em Lisboa, no então Campo Sant'Ana, hoje Campo dos Mártires da Pátria, mais 11 condenados. A alma negra de todo este lamentável episódio parece ter sido Miguel Pereira Forjaz, o homem forte da Regência e primo direito de Gomes Freire, autor da célebre frase "He verdade que a execução se prolongará pela noite mas felizmente ha luar ... ".


Nota: Quem quiser saber um pouco mais sobre esta página negra do nosso passado, incluindo alguns detalhes escabrosos, pode aceder a este texto.

Outra nota: Ontem, seguindo as indicações do Ganso, consegui encontrar o monumento erigido no local da execução de Gomes Freire. Está nas instalações da OTAN em Oeiras. Visitei o monumento, com escolta, mas quando quis tirar algumas fotos fui impedido. Tinha que pedir autorização, por escrito, às relações públicas. Obviamente desisti ... não serei eu a pôr em risco a segurança das intalações!!!

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Adriano Correia de Oliveira

aqui foi lembrado.


"Morreu em Avintes, localidade que o viu crescer, a 16 de Outubro de 1982."

Tinha 40 anos.


segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Acerca do Araújo de Santos

Estamos a esquecer peças fulcrais neste processo: o Adido em Brasilia e o EMA.
Para recordar o pessoal fui oficial da Sagres e fui Adido, pelo que me posso reportar a ambas as experiencias.
Nos meus tempos quando a Sagres ia a um porto estrangeiro, onde havia adido, era o EMA com o comando do navio e o adido que combinavam o programa do navio e no caso de recepções os convites a fazer. Depois o Adido punha o programa ao Embaixador, para os possíveis retoques, normalmente de interesse politico.
Após isso, e via embaixada, seguiam os convites com o adido a controlar o processo. Os convites para entidades locais eram determinados pelo consul, com a aprovação do embaixador.
Também nos meus tempos de adido, adidos havia que mantinham um registo de nomes e endereços de camaradas residentes a quem convidavam, pelo menos uma vez por ano, para festejarem ou o Dia de Portugal, ou o dia da Marinha ou outro qualquer.
E era óbvio que em visitas de navios aí estavam eles.
Onde está o Adido neste caso? Foi metido no processo? Não sabe o Adido que um dos consules honorários de Portugal no país onde presta serviço é oficial da Armada? Será que naquela embaixada não existe ao menos uma relação de consules honorários e suas profissões?
Será que o EMA saberá onde estão oficiais da Armada a exercer funcões de influência local, tais como o nosso Bastos Jorge, ou o Carneiro Vieira, por exemplo?